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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Nuvem de Texto (WordArt)

    Bom dia, Zés da Tecnologia!

    Hoje, na aula, elaboramos uma nuvem de texto artística, no website wordart.com, a pedido da nossa professora de Aplicações Informáticas B. Gostamos do resultado final, e tu?

Arte com o logótipo do nosso Blog

    Até à próxima,
    a Equipa  ZéBit !

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Fontes Tipográficas

    Boa tarde, Zézinhos da Tecnologia!
    Hoje vamos continuar a abordar o tema da Tipografia, mais precisamente sobre algumas diferenças no seio deste conceito. Para além disso, ainda nos vamos focar no tipo de letra Helvetica.

   Uma fonta tipográfica, vulgarmente conhecida por font, é, basicamente, tipo de texto. A importância da tipografia está não só na estética, mas na mensagem que ela transmite. A fonte tipográfica é o protótipo ou o conjunto de caracteres tipográficos que apresentam o mesmo formato, as mesmas características e, geralmente, mantêm o mesmo tamanho, como é o caso das fontes Arial, Tahoma, Verdana, entre outras – ou fonte negrita, fonte itálica, fonte sublinhada, conhecidos como família tipográfica, ou seja, variação estilística de determinada fonte.
     Exemplificando, a família Bulmer pode incluir as fontes Bulmer roman, Bulmer italic, Bulmer bold e Bulmer extended - mas o termo font pode ser aplicado a um deles sozinho ou a todo o tipo de letra.

     Uma fonte bitmapped é uma fonte com bordas definidas que quando ampliada, em vez de uma fonte escalada, perde qualidade, independentemente do tamanho inicial da mesma. As fontes bitmapped são compostas por vários pontos que compõem um único caractere.

Comparação entre as fontes bitmapped e escaladas.



      Uma serifa é uma pequena extensão que aparece na parte superior ou inferior dos caracteres em algumas fontes ou tipos de letra. Alguns exemplos de fontes serifa são Book Antiqua, Georgia, Century SchoolbookTimes New Roman ou até este mesmo tipo de letra com que estás a ler. Estudos mostraram que os usuários acham as fontes com serifas mais fáceis de ler na impressão, enquanto as fontes sem serifa são mais legíveis na Internet. A imagem mostra um exemplo visual de uma fonte com serifa e sem serifa.

Comparação entre as fontes.

Helvetica é uma fonte tipográfica sem serifa considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Foi criada em 1957 pelos designers Max Miedinger e Eduard Hoffmann. Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico.  A fonte criada em Münchenstein, Suíça era originalmente batizada de Neue Haas Grotesk.


     Esperamos que tenham gostado e aprendido alguma coisa nova.
     Um grande obrigado, a equipa  ZéBit !

     Webgrafia:

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Algumas funcionalidades do código ASCII

     Boa tarde novamente, Zézinhos!

     Neste post iremos explorar algumas ferramentas, que utilizam na sua base códigos ASCII.
Uma ferramenta possível é o "ASCII Generator", http://www.network-science.de/ascii/ , que altera a formatação do Texto, criando desta forma letras de maiores dimensões que sobressaem em relação ao restante conteúdo apresentado. Porém esta ferramenta não permite o uso de acentos.

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      Para além dos nossos nomes, também convertemos duas imagens para este formato. Utilizamos o website https://manytools.org/hacker-tools/convert-images-to-ascii-art/go . Esperamos que gostem do resultado final!

 

 


    Um grande abraço,
    A equipa  ZéBit !

Padrões de Codificação de Caracteres


Boa tarde, Zés da Tecnologia!!

   No nosso mundo globalizado, é essencial codificar caracteres de uma maneira que possa ser interpretada internacionalmente e por vários dispositivos, codificar e apresentar informações no script exigido pelo usuário. Nesses ambientes, não é incomum encontrar vários scripts presentes em um único registo bibliográfico, mesmo quando a transliteração ainda é necessária para a indexação em um script homogéneo. A codificação precisa de caracteres e é, portanto, essencial para a troca de dados internacionalmente.
     Inevitavelmente, no entanto, quanto mais caracteres forem precisos, mais complexo será o padrão de codificação de caracteres. Alguns dos padrões mais utilizados no Mundo são o ASCII e o Unicode

    Por muitos anos, letras latinas básicas, números e símbolos foram codificados com o padrão ASCII (American Standard Code for Information Interchange), uma das primeiras formas de codificação no processamento de computadores. Este padrão foi introduzido em 1963 e usa uma codificação de 7 bits. Desde o início da automação de bibliotecas, no entanto, surgiu a necessidade de criar um novo padrão para codificar outros conjuntos básicos de caracteres, como os latinos. Por causa disso, muitos padrões para conjuntos de caracteres foram desenvolvidos durante a década de 1970, sendo o mais comum o ISO 5426 (latim estendido).

Uma tabela de código ASCII

   Enquanto nas bibliografias impressas o objetivo principal de um padrão de codificação de caracteres era descrever todos os de impressão necessários, numa época de troca internacional de dados, é essencial que qualquer padrão de codificação possa ser interpretado globalmente. Assim, uma crescente necessidade de troca internacional de dados levou a uma codificação universal padronizada do conjunto de caracteres: o Unicode.

  O Unicode, desenvolvido pelo Grupo de Trabalho ISO (International Organization for Standardization), é um padrão universal para codificação de texto multilínguas. A norma ISO 10646 foi publicada pela primeira vez em outubro de 2002 e revisada em dezembro de 2003. A versão de 2014 descreve mais de 110.000 caracteres de 100 scripts, além de vários símbolos. A codificação uniforme pode ser feita de forma composta e decomposta, o que significa que caracteres especiais consistem em letras básicas, juntamente com marcas diacríticas relevantes.

Uma tabela de código Unicode

    Este padrão (ISO 10646) tem a vantagem de codificar quase todos os scripts e evitar a ambiguidade gerada pelo uso complexo de sequências. Pode ser usado em um conjunto de 16 bits (UTF-16) ou em um conjunto de 8 bits (UTF-8). Este último é cada vez mais utilizado na Web para troca de dados e, portanto, é recomendado como a melhor opção para registos bibliográficos e processamento de dados de bibliotecas. A versão mais recente do padrão Unicode está disponível na Web, juntamente com gráficos de códigos de caracteres por script.

Esperamos que tenham aprendido alguma coisa.
    A equipa  ZéBit !!